AGRIMÔNIAAgrimonia eupatoria
Descrição : Planta da família das Rosaceae. Dá uma espiga de flores amarelas e tem folhas dentadas, quase todas situadas em sua base, ligeiramente felpudas. Os frutos nascem aderentes ao caule e são ,coberíos de pelos eriçados que se grudam à roupa quando se roça neles, como acontece com o picão. Também conhecida como eupatória, erva-dos-gregos, erva-hepática; aigremoine (francês); agrimony, agrimont, church steeples, churchsteeples, cockleburr, philanthropos e sticklewort (inglês); agrimonia e eupatorio (italiano); hierba de San Guillermo (espanhol); agrimonia, amores pequeños e amoricos (casteliano). Princípios Ativos: ácido salicílico; agrimofol; agrimondina; derivados floroglicinóis; elagitaninos; provitamina K; saponinas; taninos; vitamina B; agrimonina, agrimonolida; quercetina, fitosterina, eupatorina, traços de óleo essencial e de alcalóides; ácido ursólico. Propriedades medicinais: adstringente, analgésica, antidiarréica, antiinflamatória, antimicrobiana, antivirótica, ansiolítica, calmante, cicatrizante, colagoga, colerética (moderada), depurativa, diurética, emenagoga (moderada), hemostática local, hiper-tensora, hipoglicêmica, relaxante, resolutiva, tônica, vermífuga, vulnerária. Indicações: abscessos; amigdalite; anginas, asma bronquial, bronquite, cálculo renal; catarros bronquiais e intestinais, cistite; cólicas; conjuntivite, dermatite pruriginosa, diarréias, doenças do sangue; dores da garganta, enxaqueca; erupções cutâneas; esmagamento de tecidos, espinhas, estomatite, faringites crónicas de pessoas que, geralmente por profissão, falam muito, ou então para os cantore., feridas escrofulosas; feridas de difícil cicatrização, gota; gastrite; hiperglicemia; hipotensão arterial; indigestão; inflamação dos olhos, garganta; laringite, manchas, mordedura de serpente, musculatura tensa e/ou dolorida; parasitas intestinais, sangramento pós-cirurgias dentária; parasitas intestinais; rachaduras na pele, ressecamento da pele; reumatismo, rinites alérgicas, rouquidão; sangramentos pós-cirúrgicos e pós-extração dentária, sardas; tuberculose pulmonar; úlceras, varizes, virose. Terapia floral de Bach: pessoas que exterioriza ânimo e paz (buscando o reconhecimento dos outros, sofrendo internamente) mas têm desequilíbrio oculto (as vezes até de si próprios) para encontrar a paz interna. Parte utilizada: folhas, flores e sumidades floridas. Contra-indicações/cuidados: a planta fresca temintensa ação fotosensibilizante. Pode causar hipotensão arterial, arritmia, náuseas, vômito e até parada cardíaca. Modo de usar: Uso interno: Extrato fluido, dose máxima diária: 8 ml. - infusão de 2 colheres de sopa, em 1 litro de água fervente. Tomar 3 xícaras do chá morno, diariamente; - infusão de 20 g de folhas ou 30-50 g de flores por litro de água, três copos ao dia entre as refeições; - infusão de 50 g de folhas e sumidades floridas em um litro de água fervente, deixar esfriar. Beber três xicarazinhas ao dia: gripe, lesão interna, trauma, pancada; - infusão de 50 g de folhas e sumidades floridas em litro de água fervente. Deixar esfriar. Beber três xicarazinhas ao dia, longe das refeições: úlcera renal, acidez gástrica; - infusão de 50 g de folhas em meio litro de água fervente. Deixar amornar, adicionar uma colher pequena de mel, filtrar e consumir o líquido em calicezinhos, durante o dia: catarro intestinal; Uso externo: compressas, lavagem, inalações, colutório, gargarejo. - infusão de 60 gramas de folhas e sumidades floridas em meio litro de água fervente. Usar o líquido morno em bochechos freqüentes: inflamações na boca; - decocção de 50 g de folhas secas em meio litro de água, adicionando uma colher de mel. garganta (fazer gargarejos com líquido morno e filtrado, pelo menos duas vezes ao dia: amidalites, inflamações); feridas; úlceras; - compressas, gargarejos e bochechos: 5 a 6 colheres de sopa de flores ou folhas picadas em 1 litro de água fervente; - cataplasma das: resolutivo e vulnerário. |
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Referência :
A Cura pelas Ervas e Plantas Medicinais Brasileiras Ricardo Lainetti e Nei R. Seabra de Britto Editora Ediouro. 1979.
A Cura pelas Plantas, pelas folhas, pelos frutos, pelas raízes André G. Fossat Editora Eco 11 Edição.
A cura que vem dos Chás CArlos Alves Soares Editora Vozes 2006.
Plantas que Curam Cheiro de Mato. Sylvio Panizza IBRASA. 1997.
A cura que vem dos chás Carlos Alves Soares Editora Vozes 2006
CIAGRI Banco de plantas medicinais, aromáticas e condimentares da Universidade do Estado de São Paulo.
Plantamed Grande cadastro de plantas e Ervas medicinais.