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AMORA BRANCAMorus Alba
Descrição : Planta da família das Moracea. Arvore de 5 a 20m de altura, tronco verrugoso, muito ramificado. Folhas grandes, cordiformes, bastante grossas, de pecíolos curtos, dentes largos e irregulares, ásperas e com estipulas longas, membranosas e felpudas. Flores de amareladas que geram uma infrutescència grande ovada e branca.que ao amadurecer se torna rosada. Partes utiliadas : Raiz, casca, folhas e frutos. Habitat: Originária da China, onde é cultivada como alimento para o Bicho-da-seda, é planta de grande rusticidade e está aclimatada no Brasil.. História: Trazida por colonizadores europeus e asiáticos, não se sabe se não houve boa adaptação ou se a planta é menos comum no país por outros motivos. É relatada como tendo os mesmos princípios ativos da Amora comum. Princípios ativos: Açúcares; Flavonóides: rutina; Taninos; Mucilagens; Pectina; Peptona; Ácidos orgânicos: ácido málico, ácido cítrico; Vitamina C; Sais minerais; Óleos essenciais; Gomas Farmacologia: Os princípios ativos são a sacarose, pectinas e a rutina, mas não há informações que comprovem seus resultados. Propriedades medicinais: antitussígena, aperiente, diurética, laxativa, antipru-riginosa, anti-hipertensiva. Uso pediátrico: Afecções da boca, aftas, dentes, garganta e pulmão: como antiinflamatória das mucosas do sistema respiratório, peitoral, antitussígena. Afecções da pele: dermatoses, eczemas, erupções: como antipruriginoso. Contra-indicações/cuidados: Em diarreia crónica. Posologia: Adultos: 10 a 20ml de tintura divididos em 2 ou 3 doses diárias, diluídos em água 2g de erva seca (1 colher de sopa para cada xícara de água) de folhas em infuso até 3 vezes ao dia, com intervalos menores que 12hs. Xarope tradicional: 2 xícaras de frutas frescas esmagadas maceradas em banho-maria no dobro do peso de açúcar mascavo. Após o esfriamento coar para vidro escuro que deve permanecer ao abrigo da luz e do calor por até 6 meses. Tomar 1 colher de sopa de 6 em 6 horas, como expectorante ou 1 colher de chá diluída em água morna como colutório. Crianças acima de 6 anos tomam metade da dose. Tintura da raiz e das cascas como laxante ou como aperiente. Referência : A Cura pelas Ervas e Plantas Medicinais Brasileiras - Ricardo Lainetti e Nei R. Seabra de Britto - Editora Ediouro. 1979.Plantas que Curam - Cheiro de Mato. Sylvio Panizza - IBRASA. 1997. CIAGRI - Banco de plantas medicinais, aromáticas e condimentares da Universidade do Estado de São Paulo. Plantamed - Grande cadastro de plantas e ervas medicinais. |
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