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ASCLÉPIA

Asclepias syriaca

Planta perene, muito resistente, fornecem às borboletas monarcas uma defesa química eficaz contra vários predadores.

Descrição : Planta que pertencente à família Apocynaceae. É uma herbácea que exala um suco leitoso, cresce até 90 centímetros de altura. Os tufos de flores de cor rosa forte são bonitos e têm cheiro doce.

Existe outra variedade de asclepias, chamada de asclepias tuberosa, cuja raiz é empregada no tratamento da pleurite, essa planta cresce até 50 cm, mas é diferente das outras porque não tem líquido leitoso.

Origem : América do Norte. É muito usada ainda pelos índio norte americanos.

Propriedades : diurética, emética e purgativa.

Indicações : asma e catarro sistêmico, produz a expectoração e alivia a dor da tosse.

As asclepias e os índio norte americano : Uma tribo norte americana usava o leite da planta para curar verrugas.

Outra tribo empregava a infusão da planta para proporcionar esterilidade temporária, dizem que obtiveram sucesso pois a média familiar da tribo era de 2 filhos por família.

As asclépias e as borboletas monarcas : As asclépias fornecem às borboletas monarcas uma defesa química eficaz contra vários predadores, atravêz do latex que é liberado de seus caules.

As monarcas extraem os cardenolídeos (também denominados glicosídeos cardiotônicos) presentes nas asclépias (Brower e Moffit, 1974), tornando-se venenosas à maioria dos vertebrados.

Entretanto, muitos predadores invertebrados, bem como algumas bactérias e vírus, não se contaminam com as toxinas ou são capazes de neutralizá-las.

Princípios Ativos : Asclepiona ( uma substância cristalina ), gordura, caucho, goma, açúcar e alguns cristais.

Contra indicações e cuidados : Apesar de não haver notificações, algumas espécies de asclépias podem conter componentes tóxicos como alcaloides e glicosídeos cardíacos.

Asclepia

Referências:

GUREVITH, Jessica, Samuel M. Schneider, Gordon A. Fox., Ecologia Vegetal, Segunda Edição, Artmed.

Judd, Walter S., Chirstopher S. Campbell, Elizabeth A. Kellog, Peter F. Stevens, Michael J. Donoghue, Sistemática Vegetal, Um Enfoque Filogenético., Terceira Edição, 2009, Artmed. Página 468.

SADAVA, David, Craig Heller, Gordon H. Orians, Willian K. Purves, David M. Hills., Vida, Ciência e Biologia, Plantas e Animais, Terceira Edição, Artmed,2009.


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