|
|
|---|
BAICURÚStatice brasiliensis Descrição : Planta da família das Plumbaginaceae. Erva que vegeta no litoral, parcialmente enterrada na areia, às vezes é coberta pelo mar. É uma das 320 espécies de Plumbagináceas (Pio Corrêa 1952). Raiz sub-cilíndrica, longa, casca externa marrom fibrosa e granular. Folhas radias ascendentes, 15a 20cm de comprimento por até 7cm de largura, a flor lembra a da saxifraga. sabor adstringente Parte utilizada: tubérculos e folhas. Habitat: nativa do Sul do Brasil, especialmente do Rio Grande do Sul. História: É planta que goza de grande reputação popular como adstringente e nos engurgitamentos glandulares. Faz parte da Farmacopeia Brasileira. Indicações: diabete, dismenorréia, corrimento uterino, esterilidade, inflamação (útero, ovário), úlcera. Princípios ativos: Sulfatos.cloritos e fosfatas de sódio,potássio,magnésio e cákDto.Resina, ceras e matéria corante. Alcalóides (baicurina) e taninos. Princípios voláteis. Ácido 4-O.metilgalico, sitosterois, saponina triterpenica(Rosito 1975). Contra-indicações/cuidados: Não encontrados na literatura consultada. Porém nenhuma planta deve ser consumida em excesso e nenhum tratamento deve ser feito sem orientação médica. Uso na gestação e na amamentação: Não há relatos sobre sua farmacodinâmica nestas condições, onde se recomenda evitar seus uso, especialmente nos 3 primeiros meses. Farmacologia: E utilizada na medicina popular e indústriatria farmacêutica regionaldo Sul do Brasil como anti-inflamatória, bactericida e adstringente. A raiz concentra os princípios ativos. Há relatos populares de aumento na fertilidade feminina com apenas 1 mês de tratamento. Posologia: 10g de raízes frescas ou 5g de raízes secas (1 colher de sopa para cada xícara de água) em decocto até 3 vezes ao dia, com intervalos menores que 12hs. Cápsulas de 30g 1 antes das principais refeições; Extrato líquido, segundo as especificações do laboratório fabricante. Referência : MAISCH.JM The American Journal of Pharmacy, Vol. 56, 1884, |
|
||
|
|