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BOLDO BRASILEIRO Vernonia condensata
Descrição : Planta da família das Asteraceae. Também conhecida como acumã, alcachofra (CE), alomã, alumã, aluman, árvore-do-pinguço (SP), assa-peixe, boldo, boldo-baiano (SP), boldo-chinês, boldo-goiano (MG), boldo-japonês (PE), boldo-africano, boldo-de-goiás, cambará-guaçu, fel-de-índio, figatil, heparém, luman (BA). Árvore de pequeno porte, que chega a atingir at 5 metros de altura, bem ramosa e quabradiça. As folhas são alternas, pcioladas, mambranáceas e de bordo pouco serrilhado, cor verde escuro. Reproduz-se por estacas de galho em solo fértil, não sendo exigente quanto ao clima e solo. Flores em capítulos pequenos reunidos em cachos axilares e terminais são esbranquiçadas. O f ruto-semente é um aquênio com papilho sedoso. Toda a planta apresenta forte sabor amargo, que mastigada se torna doce. Reproduz-se por esíaquia não sendo exigente nem quanto a solo nem à insolação. Partes utilizadas : Folhas. Habitat: É comum no em várias regiões do Brasil, em quintais e hortas. História: Sendo de origem africana, foi trazida pelos escravos do Benin e da Nigéria e hoje é de uso corrente pela população. Origem : Quanto a origem, acredita-se que é africana e que foi trazida ao Brasil pelos escravos das áreas de Benin e Nigéria. Também conhecida como aloma, luman, árvore-do-pinguço, boldo-goiano, aluman, cidreira-da-mata, heparém, figatil. Da família das compostas. Propriedades : Distúrbios de estômago e fígado, gases intestinais, colesterol alto, diarréia alimentar, insuficiência hepática, inapetência, inflamação da vesícula, colecistite Indicação : Planta amplamente cultivada em hortas e jardins domésticos de todo o leste e sudeste do Brasil para uso caseiro de várias moléstias, hábito este herdado de nosso escravos que a trouxeram da África para a Bahia. Somente as folhas são utilizadas, cuja colheita pode ser feita em qualquer época do ano, de preferência antes do surgimento de flores. É empregada tradicionalmente para a supressão de gases intestinais, insuficiência hepática e inflamação da vesícula. As folhas são usadas em infusão como analgésico, sedativo e estimulante do apetite, porém principalmente empregadas nos casos de distúrbios do fígado e do estômago. Também é indicado para colecistite e diarréia alimentar. Principios Ativo : Saponinas, glicosídeo cardiotônico (vernonina), substâncias amargas (lactonas sesquiterpênicas), óleo essencial, flavonóides Modo de Usar : Gases intestinais, colesterol com taxa alta, insuficiência hepática, colescistite aguda (inflamação da vesícula) Em 1 xícara (chá), coloque 1 colher (sopa) de folhas picadas e adicione água fervente. Abafe por 10 minutos e coe. Tome 1 xícara (chá) de manhã em jejum, e outra, 30 minutos antes das principais refeições. Colecistite, diarréia alimentar Coloque 1 colher (sopa) folhas picadas em 1 xícara (chá) de água em fervura. Deixe ferver por 3 minutos, espere esfriar e coe. Tome 1 xícara (chá) quando sentir a dor. No caso da diarréia tome a mesma dosagem logo após a evacuação. Colecistite aguda, insuficiência hepática, gases intestinais, fluidificante do suco biliar, hepatoprotetor, cálculos biliares, colesterol com taxa alta, inapetência Coloque 3 colheres (sopa) de folhas fatiadas em uma garrafa de vinho branco seco. Deixe em maceração por 5 dias, agitando de vez em quando e coe. Tome 1 cálice 30 minutos antes das principais refeições. Referência : A Cura pelas Ervas e Plantas Medicinais Brasileiras - Ricardo Lainetti e Nei R. Seabra de Britto - Editora Ediouro. 1979.Plantas que Curam - Cheiro de Mato. Sylvio Panizza - IBRASA. 1997. CIAGRI - Banco de plantas medicinais, aromáticas e condimentares da Universidade do Estado de São Paulo. Plantamed - Grande cadastro de plantas e ervas medicinais. |
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