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A CABAÇA COM PLANTA MEDICINAL

Lagenaria vulgaris

Descrição : Planta da família das Cucurbitaceae, também conhecida como cabaça-amargosa, cabeça-de-romeiro, cabaça-purunga, cabaço-amargoso, cocombro, cuia, cuieteseira porongo, taquera. É erva trepadeira, um pouco perfumada, caule grosso e anguloso, folhas curto pecioladas, cordiformes; flores brancas, grandes, solitárias ou subsolitárias; o fruto é baga crustácea, densamente vilosa, depois glabra, brancacenta e depois amarelada, muito polimorfa, mas geralmente oblonga até 50 cm de comprimento; sementes brancas, comprimidas, marginadas, até 2cm de diâmetro. É também planta ornamental. Muito cultivada na Europa e no Extremo Oriente, suas flores são belíssimas e sua folhagem vigorosa. O que mais desperta curiosidade são as formas do seu fruto bem como a quantidade deles a um só tempo. Chegam a frutificar 60 ou mais contemporaneamente sendo que na China e no Japão seus modelos esquisitos são ainda desconhecidos no Brasil. Depois de esvaziados, seus belos frutos são usados para a feitura de vasilhames, na maioria dos países onde vegeta. Na França chamam-na Courge Massue e na Itália chamam-na Zucca dei Pellegrini. Em Portugal apelidaram-na de cabeça de romeiro. No Brasil também é cultivada e seu fruto é transformado nos famosos "afuchês" dos conjuntos musicais, bem como servem para vários vasilhames dos quais um deles recebe o nome de "cuia". É a famosa cabaça.

Parte utilizada: fruto verde, folhas, sementes.

Propriedades medicinais: amarga, drástica, emoliente, maturativa (polpa dos frutos); purgativa e antinefrítica (sementes).

Indicações: apressar partos e curar frieiras (folhas, aquecidas e aplicadas topicamente); pernas inchadas (cataplasmas); melancolia, clorose, obstrução das vísceras (clisteres).

Contraindicações/cuidados: Doses abusivas podem resultar em hemorragias mortais, precedidas por sintomas similares aos da cólera morbus.

Modo de Usar : O fruto depois de maduro, sua polpa fica amarga e se constitui um purgativo drástico; é emoliente e maturativa, antigamea muito usada em cataplasmas para curar a inchação das pernas, assim como em clisteres para combater a melancolia, a clorose e a obstrução das vísceras. Porém, seu uso deve ser controlado, pois, se a dose for exagerada causará hemorragias mortais, precedidas de sintomas idênticos ao do cólera-morbo. Suas folhas, depois de aquecidas e aplicadas topicamente, servem para apressar os partos e para curar as frieiras. Das suas sementes faz-se uma bebida forte e eficaz contra a nefrite, e que também é purgativa.

Outros usos: - Confecção de vasilhames, cuias para chimarrão, peças de artesanato, afuchês, maracás e berimbaus (fruto maduro sem polpa e sementes) e isca atrativa para a vaquinha, tem pouco valor alimentar, sendo o fruto comestível apenas enquanto verde e pequeno.

Cabaça

Dieta  de 21 dias