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COPAÍBA BRANCACopaifera reticulata
Descrição : Planta da família das Caesalpiniaceae (Fabaceae). Também conhecida como copaíba-branca,
copaíba-verdadeira, mari-mari, copaíba-jutaí; Brazilian copaiba,
copaipera, cupayba, copauba, copal, balsam copaiba, copaiva, Jesuit’s
balsam, copaibeura-de-Minas, cobeni, Matidisguate, matisihuati,
mal-dos-sete-dias, aceite de palo, pau-de-oleo, básamo de copayba. Parte utilizada: óleo extraído da árvore. Princípios Ativos: alloaromadendrene, alfa-bergamotene, alfa-cubebene, alfa-multijugenol, alfa-selinene, ar-curcumene, beta-bisabolene, beta-cubebene, beta-elemene, beta-farnesene, beta-humulene, beta-muurolene, beta-selinene, calamenene, calamesene, carioazulene, caryophyllenes, ácido copaiférico, copaene, ácido copaiferólico, ácido copalic, ácidos copaibic, cyperene, delta-cadinene, delta-elemene, ácido enantio-agathic, gama-cadinene, gama-elemene, gama-humulene, ácidos hardwickic, ácido illurinic, ácidos kaurenoic, ácido kaurenic, kolavenol 1, maracaibobalsam, methlyl copalate, ácido aracopaibic, ácido polyalthic, trans-alfa-bergamotene. Propriedades medicinais: analgésico, antibiótico, antiinflamatório, anti-séptico, antitetânico, anthelmíntico, antitumoral, balsâmico, cicatrizante, gastroprotetor, hipotensivo, trypanocidal. Indicações: blenorragia, bronquite, câncer, caspa, catarro, cicatrizar cordão umbilical e feridas, cistite, contusão, dermatite, dermatose, desordens de pele, diarréia, disenteria, evitar tétano, hemoptise, herpes, incontinência urinária, infecções urinárias, infecções de bexiga, inflamação, inflamação da garganta, inflamação de rim, leucorréica, pneumonia, psoríase, problemas respiratórios, repelir insetos, reumatismo, sinusite, sífilis, tétano, tosse, tumor (próstata), úlceras da pele e do estômago, urticária, vias urinárias e pulmonares. Contra-indicações/cuidados: evitar o contato do óleo ou resina com mucosas, pois poderá ser irritante. Em pessoas alérgicas o uso interno ou mesmo externo pode causar erupções cutâneas, coceira e formigamento. Em dosagem excessivas (mais de 5 ml) pode causar náusea, vômitos, febre e erupções cutâneas. Não fazer uso interno por longo período, sem acompanhamento médico, pois em em vitro (no homem e em rato) causaram hemólise de celas de sangue vermelhas. Modo de usar: - óleo puro ou misturado com outras substâncias: antiinflamatório, cicatrizante, tétano, dermatoses, reumatismo, leucorréia, contusões; - misturado com óleo de andiroba: herpes; - gotas do óleo com mel de abelha: inflamações da garganta; - cápsulas: apressar a cicatrização do cordão umbilical, evitando tétano, câncer, catarros; - sobre a pele: repelir insetos. Referência : A Cura pelas Ervas e Plantas Medicinais Brasileiras - Ricardo Lainetti e Nei R. Seabra de Britto - Editora Ediouro. 1979.Plantas que Curam - Cheiro de Mato. Sylvio Panizza - IBRASA. 1997. CIAGRI - Banco de plantas medicinais, aromáticas e condimentares da Universidade do Estado de São Paulo. Plantamed - Grande cadastro de plantas e ervas medicinais. |
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