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COROA IMPERIAL, A PLANTA

Fritilharia imperialis

Descrição : Da família das Liliáceas. Belíssima erva bulbosa e caulescente, muito ornamental e cultivadíssima nos jardins de todo o Brasil, com flores axilares, 2-10 ou mais, de perianto com 6 folíolos quase iguais, campanuladas, coniventes, muito grandes, com os segmentos nectaríferos na base, singelas ou dobradas, conforme a variedade cor de tijolo ou cor de laranja, amarelas ou vermelhas ou ainda, variegadas, dispostas em falsa umbela pêndula sob um verticilo terminal de folhas estreitas, lanceolado-agudas, parecendo uma coroa. Existem as variedades Aurora e Marechal Blucher, assim como outra de folhas listradas de verde e branco-amarelado. Existe na linguagem dos poetas uma lenda de que é o símbolo da majestade, da embriaguez e da glória. Tem bulbos com túnicas amareladas com muito mau cheiro; seu caule de 60-110cm de altura, fistuloso, áspero, robusto, carnoso, nu, na parte superior, que é cilíndrica, avermelhada e com punctuações brancas, revestido de folhas sésseis, oval-agudas, e com a base dilatada, quase verticiladas, aproximadas na parte interior. Seu fruto é uma cápsula com três ângulos obtusos e seis alas longitudinais, contendo sementes circuladas por uma ala membranosa.

Origem : É originária da Pérsia ou da Trácia.

Indicações: É também medicinal. Seu suco que tem mau cheiro, e é amargo, é considerado emético, diurético, emoliente e resolutivo. Seus bulbos crus são venenosos, porém, após seu cosimento, tornam-se comestíveis.

Coroa Imperial





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