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BENEFÍCIOS E PROPRIEDADES DO FEIJÃO COMUM

Phaseolus vulgaris

Descrição: Da família das Fabaceae, também conhecida como feijão-base, feijão-comum, feijoeiro, Frijol, haricot, bean, fagiolo.

A espécie trepadeira possui o caule longo, ereto e chega a atingir 3 metros de extensão, necessitando de suportes para amarração com o contato com o solo. As folhas são alternas e constituídas por 3 folíolos.

As flores são reunidas em cachos nos ramos floríferos. Os frutos são vagens compridas, retas ou curvadas, que possuem em seu bojo numerosas sementes.

Das centenas de variedades hortícolas, os tipos mais apreciados produzem vagens de vários tons, que se tornam completamente verdes, quando cozidas. As sementes apresentam cores diferentes, que vão desde o branco até o preto, além de rajadas ou matizadas. As variedades hortícolas, os tipos produzem vagens de vários tons, que se tornam completamente verdes, quando cozidas.

As variedades anãs apresentam sementes na cor preta e mulatinho e as tapadeiras na cor branca. Todas as variedades reproduzem-se por sementes e antes do plantio devem ser inoculadas coma bactéria fixadora do nitrogênio do ar, denominadas Rhuzobium phaseoli, que apresentam vantagens do aumento da produção e da riqueza em proteínas, adapta-se bem em terrenos férteis, de terra fofa e temperatura moderada. As vagens são aproveitadas na forma de alimento ou terapêutica, conforme a variedade e a época em que se efetua a colheita, isto é, quando atingem o seu total desenvolvimento, mas ainda não estão completamente secas.

Parte utilizada: Sementes.

Habitat: É nativo da América e hoje é cultivado no mundo inteiro

História: É um dos alimentos mais consumidos no Brasil, onde é cultivado em todos os estados. Rico em nutrientes. Contém 90% dos aminoácidos essenciais ao homem, formando com o arroz uma dobradinha nutricional quase perfeita.

Origem: Continente americano, desde os Estados Unidos até o Norte da Argentina, apresentando mais ou menos 500 variedades hortícolas.

Modo de conservar: As vagens devem ser usadas frescas. Verificar se as mesmas não estão sendo atacadas pela antracnose.

Princípios Ativos: Lecitinas: glicoproteínas tetraédricas (fitomitogenas termo complexas): Saponinas: Acido I-pipeólico: flavonoides: Carboidratos: Proteínas: faseolina, faselina. proteínas álcali solúveis e álcali insolúveis. Aminoácidos: glicocola, alanina, valina, leucina, seria a, cistina, ácido aspártico, ácido glutâmico, tirosina, fenilalanina, prolina, triptofano, arginina, lisina e histidina: Lipídios: Vitaminas: A, B1, B2, Niacina. C; Sais minerais: fósforo, potássio, cálcio, sódio, magnésio, ferro, cromo.

Farmacologia: Experimentos com animais e humanos demonstraram uma atividade diurética fraca: O efeito antidiabético poderia ser explicado pela presença de sais de cromo no grão; O amido de espécies de feijão tidas como ornamentais reduziu as taxas de colesterol elevadas em cobaias; Os polifenóis mostraram efeitos antimutagênicos in vitro; As indicações empíricas em acidose, litíase. Inflamações e dores não foram comprovadas ainda. Toxicologia: São indicadas sem toxidade nas doses e formas terapêuticas recomendadas.

Feijão

Propriedades medicinais: Alcalinizante, antirreumática, eupéptica, fortalecedora, hipoglicêmica, nutritiva.

Indicações: Anemia, desnutrição, dor reumática, dor ciática, nevralgia, acidose, edema, diabete, flatulência.

Uso pediátrico: As mesmas indicações possíveis.

Uso na gestação e na amamentação: Não há Contraindicações, especialmente como alimento.

Contraindicações/cuidados: Desaconselhado aos que sofrem de reumatismo, nefrite, hepatite, artritismo, gota, ácido úrico (hiporuricemia). Em pessoas com dificuldades digestivas, pode causar flatulência. O uso da semente seca, por seu alto teor de oxalatos e corpos purínicos, é contra- indicado para portadores de litíase, nefrite, hepatite , reumatismos e gota.

Efeitos colaterais: Causa flatulência. O uso de ervas aromáticas carminativas é aconselhado, mesmo para os que não tem dificuldades digestivas.

Superdosagem: A ingestão de grandes quantidades de cascas de grãos verdes ou de grãos verdes crus pode causar intoxicação. devido à quantidade de lecitinas, que variam de espécie para espécie. Os sintomas são vômitos, diarreia e gastroenterite - tratamento sintomático para vômito, cólicas e diarreia deverão ser instituídos.

Modo de usar:

Diabetes: lave muito bem 2 vagens verdes frescas, fatie em pedaços bem pequenos e coloque em 1 xícara de chá de água em fervura. Deixe cozinhar por 5 minutos e coe. Tome 1 xícara de chá, antes das principais refeições.

Diurético; cálculo renal e biliar; colesterol: lave muito bem 3 vagens verdes frescas e coloque em 1 copo de água em fervura. Deixe ferver por 10 minutos e coe. Tome 1 copo, vezes ao dia.

Eczemas úmidos e pruriginosos; queimadura superficial; fissura na pele: lave muito bem 5 vagens verdes frescas e coloque para cozinhar em 1 xícara de chá de água, até amolecer bem. Em seguida, amasse em um pilão, até adquirir uma consistência pastosa. Espere esfriar e espalhe sobre um pano ou gaze. Aplique no local afetado, 2 vezes ao dia.



Dieta  de 21 dias