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GENGIBRE SELVAGEMAsarum canadense
Descrição : Planta da família das Aristolochiaceae.
Possui folhas grandes, em formato de coração, que cresce em caules curtos e encobrem pequenas flores vermelho-ferrugem que lembram cornetas e nascem por baixo, perto do solo.
Parte utilizada: rizoma. Plantio : Encontrado em terrenos úmidos e rico em matéria orgânica. Pode ser transplantada para terreno em declive, sombreado e protegido. Origem : América do Norte. Princípios Ativos: ácido aristolóquico, óleo essencial, taninos, pigmentos, alcalóide. Propriedades medicinais: anestésica local, aperiente, broncoespasmódica, emético, expectorante, relaxante, estimulante, tônico. Indicações: estimulante de apetite, asma, bronquite, enxaqueca, tosse e catarro bronquial, resfriados recentes, febre escarlat, pneumonia, menstruação reprimida, atonia e congestão do útero, estimulante do parto, hemorragias uterinas, cólica e menstruação dolorosa, transpiração excessiva e fria. História : Os índios rappahanockd usavam a infusão das folhas para baixar a febre tifóide e os índios ojibwa usavam um cataplasma quente, coberto com um pano e amarrada com talas de cedro. Os índios hopis usavam a decocção da raiz e rizomas fervidos como contraceptivos oral. Achavam que a receita provocava esterelidade temporária, o que não fio comprovado pela ciência. A raiz seca foi citada oficialmente na United States pharmacopeia de 1820 à 1873 e figura na lista do National Formulary desde 1947. De acordo com o doutor Edward P. Claus, duas substâncias antibióticas foram isoladas, uma das quais impede e formação de bactérias de pus. Contra-indicações/cuidados: gestantes e nutrizes. Pode causar náuseas, queimação na língua, gastroenterite, diarréia, eripselas, hemorragias internas, abortos, lesões renais. Modo de usar: - maceração em água fria; - pó: estimulante em catarro; estimular a contração de vasos sanguíneos (aplicado localmente em hemorragias). Dose, 0,5 g a 1 g do pó; - infusão morna de 8 g do pó em 250 ml de água mona por meia hora; Tomar em doses de uma a quatro colheres de sopa cheias de trinta em trinta minutos; - tintura de 30 g da raiz 250 ml álcool 50%; Tomar de dois a quatro ml de hora em hora ou de duas em duas horas. Referência : A Cura pelas Ervas e Plantas Medicinais Brasileiras - Ricardo Lainetti e Nei R. Seabra de Britto - Editora Ediouro. 1979.Plantas que Curam - Cheiro de Mato. Sylvio Panizza - IBRASA. 1997. O poder das plantas - Adele G. Dawson - Editora Nova Era. |
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