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INDICAÇÕES DA GINKGO BILOBA

Ginkgo biloba

Descrição : Ginkgo Biloba é um dos fitoterápicos mais populares em todo o mundo e essa planta já era usado pela medicina chinesa há mais de 4 mil anos. Chamada pelos japoneses pelo carinhoso nome de Yin- Kuo, fruto de prata, o Ginkgo (Ginkgo biloba L.) considerado sagrado pelos budistas, sendo as suas árvores plantadas nas entradas de todos os templos. Descrita pela primeira vez pelo médico alemão, Engelbert Kaelmpter, por volta de 1690 foi levada para a Europa somente no ano de 1727 sendo considerada como único fóssil vivo.

O Ginkgo despertou o interesse de pesquisadores depois de resistir ao ataque aéreo da bomba atômica na cidade de Hiroshima, Japão, quando voltou a brotar sob as ruínas da cidade devastada. O Ginkgo, que faz parte do milenar arsenal terapêutico chinês, adapta-se muito bem às características urbanas e em clima temperado, não sendo exigente com os solos e resiste muito bem à poluição pesada, insetos, fungos, bactérias e vírus.

Habitat: É originária da China. Aparece como ornamental em vários países, inclusive o Brasil. Há pelo menos um belo exemplar adulto em um horto de plantas ornamentais na cidade de Petrópolis-RJ.

História: A espécie Ginkgo biloba é a árvore viva mais velha do mundo. O ginkgo existe por mais de 200 milhões de anos, sendo evidente em fósseis do período Premiano. É o único sobrevivente da Família Ginkgoaceae.

Quase foi destruída quase durante a última era glacial. A espécie sobreviveu na China, onde foi cultivada como uma árvore sagrada, e ainda é encontrada decorando templos budistas por toda a Ásia. Suas preparações têm sido usadas para fins medicinais por mais de mil anos; Chineses e Japoneses comiam as sementes de ginkgo torrada para facilitar a digestão e prevenir contra a embriaguez.

No mundo ocidental, o ginkgo tem sido usado desde os anos 60, quando a tecnologia tomou possível o isolamento de seus compostos essenciais; O Ginkgo é resistente a poluição e foi a primeira espécie de vida a se manifestar após a explosão da bomba de Hiroshima, mostrando sua resistência às radiações mutagênicas. É extremamente resistente à bactérias, vírus, insetos e fungos.

Propriedades : substâncias ativas capazes de melhorar a insuficiência vascular cerebral e periférica, sendo indicado para o tratamento de distúrbios de memória e concentração, vertigens e labirintite, dor de cabeça, dificuldade de atenção e concentração, perda de memória, dor e sensação de frio nos pés e mãos, zumbidos de origem vascular, insuficiência vascular periférica.

Indicações : O Ginkgo Biloba têm substâncias ativas capazes de melhorar a insuficiência vascular cerebral e periférica e é usado para auxílio ao tratamento de distúrbios de memória e concentração, vertigens, zunido no ouvido e labirintite. Além disso, o Ginkgo Biloba contém poderosos antioxidantes.

Uso pediátrico: Anemia: Inapetência;

Uso na gestação e na amamentação: contraindicado, pela suspeita de que seu uso possa causar androgenização fetal e pelo risco de sangramentos uterinos. Não há relatos de efeitos sobre a lactação.

Princípios Ativo : ácido butanóico, ácido ginkgólico, ácidos graxos, alcanos, antocianina, asoginkgetina, benzenóides, bioflavonoides, caferol, carboidratos, carotenóides, catequina, diterpenos ginkgolídeos A, B, C, J e M, ésteres de ácido cumárico, esteróis, fenilpropanóides, ginol, glicosídeos flavonoides (principalmente ginkgobilina, quercetina e isoamnetina), kaempferol, lactona bilobalida, lipídeos, minerais, quercetina, sitosterol, triterpenos. Frutos: ácidos ginkgólicos, ginol.

Posologia:

Adultos:

Cápsulas: 80-100 mg, 2 a 3 vezes ao dia Tintura de 2 a 10 ml tomados até 3 x ao dia: com água. Pessoas convalescentes ou muito fraca devem tomar doses entre 1 e 5ml entre 1 e 3x ao dia. Caso necessário um tratamento prolongado, em qualquer forma de Uso deverá ser feita uma interrupção de 15 ou 21 dias e aí o tratamento poderá ser recomeçado por mais 2 meses.

Pó: 5 a 10 g/dia.

Decocto da raiz seca ou pó das raízes secas 1-4 gramas por dia; Crianças tomam de 1/3 a dose, de acordo com a idade.

Ginkgo Biloba

Interação medicamentosa : Alprazolam; O Ginkgo biloba pode diminuir a concentração plasmática do alprazolam. Em 12 voluntários saudáveis, 14 dias de pré-tratamento com o extrato de ginkgo (60 mg duas vezes ao dia) diminuíram a área sob a curva de concentração do alprazolam em 17% quando este foi administrado como uma única dose oral de 2 mg; Aspirina; Hemorragia espontânea na câmara anterior do olho direito ocorreu em um homem com 70 anos de idade que tomou comprimidos de aspirina e de ginkgo (contendo 40 mg do extrato) simultaneamente. O paciente tomava 325 mg de aspirina diariamente por 3 anos e tinha começado a tomar ginkgo 1 semana antes do episódio do sangramento.

Esta interação pode ter sido resultado de um efeito inibitório aditivo ou sinergistico na agregação de plaquetas causada pelo menos por 1 dos componentes do extrato de Ginkgo biloba; Dextrometoriano; O ginkgo biloba não parece interagir com o dextrometoriano. Em 12 voluntários saudáveis, 14 dias de pré-tratamento com 60 mg de extrato de ginkgo, duas vezes ao dia não alteraram a farmacocinética do dextrometorfano quando administrado como uma única dose oral de 30 mg; Haloperidol; O Uso simultâneo de Ginkgo biloba e do haloperidol do pode aumentar a eficácia e diminuir os efeitos colaterais extrapiramidais do haloperidol.

Em um estudo duplocego, e placebo-controlado, 56 pacientes com esquizofrenia crônica e resistente ao tratamento receberam 360 mg diárias de extraio de Ginkgo biloba acompanhando o haloperidol (0.25 mg/kg/dia), enquanto 53 pacientes receberam o haloperidol acompanhado do placebo por 12 semanas. A co-administração do ginkgo e do haloperidol foi clinicamente superior ao placebo com o haloperidol (em tratar) no tratamento de ambos os sintomas positivos e negativos nestes pacientes. Suspeita-se que o mecanismo de ação seja através da atividade antioxidante do ginkgo, que sequestra os radicais livres produzidos pela atividade hiperdopaminérgica; Ibuprofeno: Um sangramento fatal da massa intracerebral ocorreu em um homem com 71 anos de idade que tomou ginkgo e ibuprofeno simultaneamente. O homem tomava 40 mg de um extrato de Ginkgo biloba, 2 vezes ao dia há no mínimo 30 meses antes de sua morte, que ocorreu 4 semanas após ter começado a tomar ibuprofeno (600 mg diários); Nifedripina; O Ginkgo biloba pode imbir o metabolismo da medicina, elevando a concentração plasmática da nedrprna e aumentando seus efeitos farmacológicos e adversos. Comparada com a administração da nifedipina sozinha, a administração de 10 mg de niledrpina. após 18 dias de administração de Ginkgo biloba (120 mgldia) a 21 voluntários saudáveis, aumentou o nível plasmático de nifedipina em 29% quando medida 30 minutos após a administração da nifedipina; Omeprazol; O Ginkgo biloba pode aumentar o metabolismo do omeprazol, reduzindo a concentração plasmática do omeprazol e também seu efeito terapêutico. Em 12 voluntários saudáveis, a admsnistração de 40 mg de omeprazol após 12 dias de pré-tratamento com o extrato de Ginkgo biloba (140 mg duas vezes ao dia) diminuiu em 68% a fração entre as áreas sob as curvas do omeprazol e do seu metabólito 5-hidroxiomeprazol, comparado com a administração de apenas omeprazol. A recuperação urinária do metabólito também foi reduzida; Trazodona; ção pela trazodona pode aumentar com a ingestão simultânea de ginkgo. Uma mulher com 80 anos de idade e com doença de Alzheimer entrou em um coma durante a co-administração da trazodona (20 mg duas vezes ao dia) e do ginkgo (80 mg duas vezes ao dia). A paciente foi hospitalizada e imediatamente recuperou a consciência após a administração de flumazenil para antagonizar os efeitos da trazodona. O possível mecanismo desta interação não é conhecido; Varfarina; Uma hemorragia intracerebral ocorreu em uma mulher de 78 anos de idade que recebeu warfarina e Ginkgo biloba simultaneamente. A paciente tomava warfarina há 5 anos. A filha da paciente relatou que ela estava administrando ginkgo a mãe por 2 meses. Durante esse tempo, a paciente desenvolveu apraxia severa, uma mudança marcante na deficiência cognitiva fraca a moderada, e uma inabilidade de alimentar-se. Uma tomografia computadorizada revelou uma hemorragia parietal esquerda. A interação é atribuída ao efeito aditivo ou sinergético anticoagulante entre o Ginkgo biloba e a warfarina. Desordens de sangramento foram relatadas em pelo menos em 2 pacientes que recebem o ginkgo na ausência da warfarina. Em um estudo duplo-cego, placebo controlado e cruzado com pacientes em terapia de valiarina estável e em longo prazo, a administração de ginkgo (1 00 mg diária) não influenciou a resposta anticoagulante da warfarina medida pelo índice de normalização internacional.



Efeitos colaterais: Não relatos de efeitos colaterais severos. Possíveis reações adversas incluem dor de cabeça, vertigem, palpitação do coração e reações gastrintestinais e dermatológicas. O pólen do Ginkgo pode ser fortemente alergênico. O contato com a polpa carnuda da fruta causa a dermatite alérgica, similar àquela produzida pela cicuta maior; A ingestão do extrato não foi associada com efeitos colaterais severos. As reações adversas em ensaios clínicos de até 160 mg/dia de Ginkgo por 4 a 6 semanas não aderiram do grupo de placebo; As formas injetáveis de ginkgo podem causar distúrbios circulatórios, alergia dermatológica ou flebite. A companhia fannacêutica Willmar Schwabe Co. retirou seu produto de ginkgo parenteral 'Tebonin' do mercado devido a possível severidade dos efeitos colaterais desta forma; O contato com a parte camuda da polpa da fruta é conhecido desde as épocas antigas por ser um irritante da pele. O componente adoalquilbenzóico, alquilfenol e seus derivados causam as reações adversas deste tipo. Casos de dermatite alérgica, manifestada como eritema, edema, bolhas e coceira foram relatados. Uma alergenicidade cruzada existe entre a polpa da truta do ginkgo e a cicuta-maior. O ácido ginkgólico e a bilobina possuem estruturas similares aos alérgenos da cicuta-maior, da casca da manga e do óleo da casca da castanha de caju. Contato com a polpa da fruta causa eritema e edema, com formação rápida de folhas acompanhadas de uma coceira intensa. Os sintomas duram de 7 a 10 dias. Ingestão de sequer 2 pedaços de polpa foram relatadas em causar eritema perioral, ardência do reto e o tenesmo (espasmos dolorosos do esfíncter anal); Os alérgenos ginkgol e ácido ginkgólico podem também causar reações do contato nas membranas mucosas, pociendo resultar em queil.e e inilação gastrointestinal. A ingestão de preparações orais de ginkgo não causa estas reações. Em um artigo na literatura, hematomas subdurais bilaterais espontâneos foram associados com a ingestão da planta.

Farmacologia: Há uma variação sazonal na quantidade de compostos ativos nas folhas, quantidades mais elevadas são encontradas no outono; Os ftavonóides atuam como sequestradores dos radicais livres, e os terpenos (ginkgolideos) inibem o fator de ativação das plaquetas. A inibição da enzima MAO em ratos, produzida por extratos de folhas (secas e frescas) de ginkgo sugere um mecanismo pelo qual a planta exerce sua ação antiestresse; A síntese de glucocorticóides, regulada pelo ACTH (hormônio adrenocorticotrópico), que aceleram o transporte do colesterol, conduzir a neurotoxicidade. Os ginkgolídeos A e B, por uma série de eventos, diminui o transporte do colesterol resultando em uma diminuição na síntese de corticoes-teróides. Os efeitos antiestresse e neuroprotetores do EGB também podem ser causados por este mecanismo de ação; Os ginkgolídeos também inibem competitivamente a ligação do fator de ativação de plaquetas (PAF) ao seu receptor na membrana. Os efeitos deste mecanismo são úteis no tratamento de reações alérgicas e da inflamação (asma e broncoespasmo) e também em doenças circulatórias. Os ginkgolídeos foram provados eficaz nas fases adiantadas e tardes de hiperatividade das vias aéreas em um estudo duplo-cego, randomizado, e cruzado em pacientes com asma; O EGB é conhecido por melhorar doenças associadas com a geração de radicais livres. Os ginkgolídeos podem contribuir para os efeitos neuroprotetores do ginkgo. A fração de flavonoides contém sequestradores de radicais livres, que são importantes na hipóxia, na atividade convulsiva e no dano de nervos periféricos; Os fenóis de longa cadeia nas sementes do ginkgo biloba são ativos contra sarcomas 180 na forma de tumor ascítico em ratos. Testes de parâmetros farmacocinéticos do ginkgo foram ralizados em animais, e também em seres humanos. Os testes avaliaram três formas de ginkgo (cápsulas, gotas e comprimidos). O comportamento do ginkgo após administração intravenosa e oral em seres humanos foi documentado; Vários estudos sobre as ações farmacológicas do ginkgo estão disponíveis, incluindo tratamentos para a insuficiência cerebral, a demência, desordens circulatórias e a asma. A planta é conhecida também por seus efeitos antioxidantes e neuroprotetores; A insuficiência cerebral pode causar a ansiedade e o estresse, deficiência da memória, concentração e humor, e desordens de audição. O ginkgo pode ser benéfico no alívio destes sintomas da insuficiência cerebral; Em animais, a folha do Ginkgo melhora o metabolismo cerebral e o protege contra danos hipóxicos em animais com isquemia cerebral; No homem, a injeção intravenosa do extrato de ginkgo biloba (EGB) aumentou a circulação sanguínea cerebral em aproximadamente 70% dos pacientes avaliados. Este aumento foi relativo à idade: pacientes entre as idades de 30 e 50 anos tiveram um aumento de 20% sobre aquela existente antes da injeção, comparada com um aumento de 70% naqueles pacientes de 50 a 70 anos. O tempo necessário para atingir a circulação sanguínea máxima também foi mais curto nas pessoas idosas. A insuficiência cerebral em 112 pacientes (idade média 70,5 anos) tratados com o extrato da folha de ginkgo (120 mg) por 1 ano, conduziu a redução de sintomas como a dor de cabeça, a vertigem, a memória em curto prazo, a vigilância e os distúrbios de sono. Os efeitos eletroencefalográficos de preparações diferentes de EGB também foram realizados; EG8 em combinação com o Zingiberofficinale, foi comparado ao diazepam para estudar o efeito ansiolítico em animais. Os resultados mostram que o efeito é comparável àqueles do diazepam, mas em doses elevadas, a combinação pocIe ter a hebilidade de causar a ansiedade. O comportamento social dos animais foi avaliado (using) utilizando EGB, diazepam e etil beta-carbolina-3-carboxilato; Em animais, a administração oral do EGB (sozinho e em combina- ção com o ginseng panax) melhorou a retenção do compor- G tamento aprendido usando métodos de reflexo-eondiciona- do (punição ou reforço positi.VO) em ratos novo os evelhos. EGB poóe ajudar a melhorar a adaptação comportamental apesar dos eventos ambientais adversos, exibidos em ratos que foram ensinados com um teste de recompensa versus punição (estresse) para obter água. Isto suporta o Uso clínico da planta no tratamento de danos cognitivos na população idosa; Em homens idosos com uma pequena perda de memória relativa à idade, o suplemento de ginkgo reduziu o tempo exigido para processar informações visuais. Os efeitos do EG8 em potenciais evocados em 48 pacientes com perda de memória associada à idade foram executados. Uma melhoria significativa da memória (medida por uma série de tesfes psicológicos), em 8 pacientes (idade média, 32 anos) foi encontrada uma hora após a administração 600 mg de EGB contra o placebo, confirmando outra vez a utilidade da planta nesta área; Por causa da etiologia diversa do zumbi- do, e da falta de métodos objetivos para medir seus sinto- mas, os resultados sobre o Uso do EGB no tratamento desta doença são contraditórios. O EGB poóe tereceitos positivos em alguns indivíduos; A aplicação clínica do ginkgo biloba em síndromes de demência foi relatada e a eficácia terapêutica da planta nesta área também foi demonstrada. Um relatório encomenda uma iniciação cedo da terapia com EGB contra demências, especialmente porque os efeitos colaterais de outras drogas para a demência não estão disponíveis.(os relatórios); Vários relatórios existem a res- peito do efeito antioxidante do ginkgo, incluindo o efeito do EG8 contra a peroxidação de lipídios e a necrose celular de hepatócitos de ratos, seus efeitos como um sequestrador de radicais livres de oxigênio e antioxidante, e, seu efeito potente na modificação oxidativa do LDL mediada pelo cobre; Os efeitos antioxidantes do EGB também foram estudados nos trabalhadores em recuperação do aadente de Chemobyt. Os fatores clastogénicos (fatores de risco para o desenvolvimento de efeitos tardios da irradiação) foram reduzidos com sucesso pela planta; Inúmeros outros efeitos farmacológicos potencialmente benéficos foram observa- dos para o ginkgo, incluindo sua habilidade de impedir a deterioração do perfil lipídico quando os pacientes consumiram refeições de alto colesterol durante as festas de fim de ano, melhoria dos sintomas da TPM, especialmente sintomas relacionados aos seios. O Uso do EGB em problemas do olho e suas habilidades de limpeza reduzem danos funcionais e morfológicos da retina. Mais além, o EGB tem uma atividade in vitro e in vivo contra o Pneumocystis carinii e tem sido estudado em animais com diabetes e em pacientes diabéticos humanos. Quando o EGB foi administrado, a círculação sanguínea periférica aumentou em 40% a 45%, comparado com um aumento de 35% após a administração de ácido nicotínico. Outros relatórios sugerem que o EG8 pode ser eficaz em parar o desenvolvimento da fibrose (em 86 pacientes com hepatite crônica), promovendo o crescimento de cabelo em ratos e relaxando o tecido peniano em animais e homens, sugerindo um possível Uso como uma droga para a impotência; Os extratos da semente da planta possuem a atividade anti-bateriana e antifúngica; O papel do Ginkgo como uma droga psicotrópica ainda está sob investigação. Resultados de estudos científicos sobre os efeitos farmacológicos do ginkgo: Insuficiência cerebral: Uma revisão de 40 ensaios clínicos foi realizada, a maioria avaliou a administração de 120 mg dia de EGB por 4 a 6 semanas. Todos os ensaios relataram resultados positivos no tratamento da insuficiência cerebral. Somente 8 dos estudos, não tinham falhas metodológicas sérias, porém, os resultados destes estudos foram difíceis de interpretar. Os estudos sugeriram que o tratamento a longo prazo (maior do que 6 semanas) é necessário e que qualquer efeito é similar àquele observado apos o tratamento com ergoloides. (Uma) A meta-análise de 11 ensaios controlados com placebo. randomizado, duplo-cego, concluiu que o EGB (150 mg!dia) é superior ao placebo em pacientes com insuficiência (celebro-vascular) cerebrovascular: Zumbidos: Em animais com tinido induzido por salicilados. o EGB conduziu a uma diminuição estatisticamente significativa nas manifestações comportamentais do tinido: Em pacientes com desordem de audiçao devido à insuficiência vascular do ouvido, aproximadamente 40°0 daqueles tratados oralmente com um extrato da folha de ginkgo, por 2 a 6 meses. mostraram uma melhora nas medições auditivas. O extrato também foi extremamente eficaz (em aliviar) no alivio da vertigem associada com a disfunção vestibular: Demência: Os efeitos de 240 mg dia de EGB em aproximadamente 200 pacientes com demência de Alzheimer e demência de multi-enfarte, foram investigados em um ensaio randomizado, duplo-cego, multi-centro e placebo- G controla.do, Os pará. metro. s, a. validação. psicopatológica, atenção, memona e o comportamento foram monitorados, e o resultado aponta para a eficácia c1inlca do extrato nas demências de ambos os tipos. Em um outro grupo de pacientes com demências mcx1eradas (de Alzhelmer, vascular ou de tipo misto), terapia a curto prazo de infusão intravenosa com EGB também mostrou resultados positivos. melhorando a psicopatologla e o desempenho cognitivo dos pacientes. Em um estudo randomizado, duplo-cego, multicentro e placebo-controlado, com duração de 52 semanas, pacientes com demência de Alzhefmer ou de multienfarte, de intensidade suave à severa, receberam 12Dmg! dia de EGB ou receberam o placebo. Os resultados deste relatório confirmam outra vez urna melhora no desempenho cognitivo e o funcionamento social em vários casos: Doenças circulatórias / asma: Uma meta-análise que avaliou o EGB na doença arterial perifénca, concluiu que a planta possui um efeito terapêutico altamente significativo nesta área. Inúmeros estudos investigaram o efeito do EGB nas desordens circulatórias incluindo sua habilidade de proteger contra danos cardiacos por isquemia-reperfusão (ataque cardíaco), para ajustar a atividade fibrinolítlca e. em combinação com a aspirina, o tratamento da trombose Também parece ser útil no controle de desordens vasculares periféricas tal como a doença de Raynaud, a acrocianose e a síndrome pós-fleblte. Em seres humanos, a Injeção Intravenosa de 50 a 200 mg do extrato de glnkgo causou um aumento dependente da dose na microcircuiação e na viscoelas-ticldade do sangue em pacientes com desordens patológicas da circulação sanguínea: Um estudo duplo-cego de 6 meses, sugeriu alguma eficácia no tratamento da doença arterial obliterativa dos membros inferiores, Os pacientes que receberam o extrato mostraram urna melhora clinicamente e estatisticamente significativa na distância caminhada sem dor. na distância máxima caminhada e na avaliação pletismor-gráfica da circulação sanguínea penferica, O EGB melhorou a caminhada em 60 pacientes com claudicação intermitente. com uma boa tolerância à droga, Entretanto, um outro relatório conclui que o EGB (120 mg/dia) não tem nenhum efeito na distância caminhada ou dor nas pernas, em pacientes com claudicação intermitente (o estudo encontrou que outras funções cognitivéis foram melhoradas). Uma revisão de 10 ensaios controlados que avaliaram o tratamento desta condição com o ginkgo. encontrou urna qualidade rnetodologlca pobre, mas notou que todos os estudos mostraram uma eficácia clínica do EGB em tratar a claudicaçâo intermitente. Antloxidante e efelto neuroprotetor: O EGBexerce um efeito restau-ratIV enl ratos dosas através da sua açâo de proteçâo na membrana neuronal. O EGB também se mostrou capaz de proteger os neurônios cerebelares do rato que sofriam de esforço oXldativo InduZido pelo peroxido de hidrogênio. O EGB pode ser um Inlbldor potente da produção de óxido nítrico em condições inflamatórias que danificam o tecido celular em uma linhagem de macrofagos EGB foi encontrado ser mais eficaz do Clue antloxidantes soluveis em água e tão eficaz quanto antloxldantes solúveiS em lipidlOS, em um modelo In Vltro usando suspensões humanas de eletrócitos.

Toxicologia: A síndrome tóxica , (envenenamento alimentar por "Ginnan") foi reconhecida no Oriente em crianças que Ingeriram sementes de ginkgo. Aproximadamente 50 sementes produLern convulsões tônicas/crônicas e perda da consciência. Setenta relatos (entre 1930 e 1960) resultaram em 27( caso de morte. sendo crianças o grupo mais vullleravel. O composto glinkgoloxina (4-0metilplridoxlna) e encontrado somente nas sementes. e foi considerado responsável por esta toxicldade: Nos experimentos em animais. nenhum efeito mutagénlco ou teratogênico foi encontrado. A administração oral de até 1600 mg kg/dia de extrato de ginkgo aos ratos nào produziu efeitos teratogénicos. Resultados de outros estudos sobre a toxicidade do ginkgo em animais estão disponíveiS incluindo estudos de dose letal e outros executados em ratos, camundongos, porquinhos-da-índia. coelhos e cães

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