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IMPERATÓRIA

Peucedanum ostruthium

Planta da família das Apiaceae, decorativa e aromática, com flores brancas e pequeninas, muito utilizada na homeopatia do passado por suas virtudes terapêuticas.

Parte utilizada: rizoma.

Origem: Europa, comum nas regiões montanhosas, principalmente na Suíça.

Princípios Ativos: óleos etéricos (limoneno, felandreno e pineno), princípios amargos e taninos .

Propriedades medicinais: carminativa, diurética, estimulante, tônica estomacal, antiespasmódica e aromática.

Indicações:

Nas formulações fitoterápicas é utilizada para,

– Combater os gases estomacais.
– Calmante, contribui para diminuir a frequência de ataques de epilepsia;
– Combater a dor (nelvralgia) ligeira como a dor de cabeça na sequência de uma gripe.

Na indústria coméstica entra na formulacão de medicamentos utilizados para,

– Proteger a pele das agressões climatéricas, pós-exposição solar;
– Hidratar, pois possuí propriedades antioxidantes;
– Reduzir as rugas promovendo a vitalidade e a elastecidade da pele;
– Suavizar a textura da pele;
– Tratamento de marcas de cicatrizes.
– Adstringente.

Imperatória

História : Na idade média era usada como tônico estomacal, estimulante das glândulas digestivas, salivares e do intestino; sudorífico, diurético intenso, expectorante, antiespasmódica (estômago e útero), catarro brônquico, epilepsia, delirium tremens, preventivo nas epidemias de peste, vulnerário (impedir a supuração das feridas) e envenenamento do sangue.

Seu nome científico deriva do grego “ostranthium” que se traduz por força suprema.

Os romanos diziam que era medicinal e milagrosa, afirmavam que tinha o poder de restituir a visão os cegos.

Fonte do artigo: Imperatória - Propriedades Medicinais e Benefícios
Permitida a cópia do conteúdo deste que referida a fonte no final do artigo.

Modo de usar: Infusão de 1 colher de chá dos rizomas fatiados em uma xícara de água fervente, deixar descansar por 10 minutos, coar e beber até 3 vezes por dia.

Efeitos colaterais: alergia de pele provocada pelo contato com o óleo das raízes da planta.

Bibliografia:

COSTA, Aloísio Fernandes. Elementos da flora aromática: o Laboratório de Farmacognosia no estudo dos óleos essenciais de Portugal e Angola - Junta de Investigações Científicas do Ultramar, 1975.

Dieta  de 21 dias