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INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS DA IOHIMBINA

Corynanthe johimbe

Essa erva considerada uma droga psicoativa, pode ser uma boa opção para o stress e a fadiga de pessoas portadoras de HIV.

Descrição : Planta da família das Rubiaceae, também conhecida como ioimbina. Árvore de cor violácea, que cresce nas florestas tropicais do nordeste africano, podendo atingir até 15 metros de altura.

Origem: nordeste da África, pricipalmente no Congo Francês, Zaire e Camarões.

Parte utilizada: casca do caule.

Princípios Ativos: Ioimbina (afrodina), ioimbilina, aimalina.

Propriedades medicinais: Afrodisíaca, anestésica, béquica, estimulante, febrífuga, lipolítica, restauradora.

Indicações: , obesidade, febre, tosse, lepra e disfunsão erétil.

Pode ser um bom auxiliar no tratamento da fadiga em portadores de HIV, .

Considerado um afrodisíaco para ambos os sexos, pode ser utilizado para tratar impotência, frigidez e depressão

Contraindicações/cuidados: não deve ser usada por pessoas com distúrbios circulatórios, renais, da bexiga e hepáticos, diabetes, úlceras gástricas, grávidas, lactantes.

Muito perigosa, junto com álcool, antidepressivo e outras substâncias que alteram a consciência e o ânimo.

Usar com supervisão médica, altas doses do medicamento, acima de 50 mg, podem causar ansiedade, náusea, vômitos, aumento da pressão sanguínea e do ritmo cardíaco, irritabilidade, tontura, enrijecimento da pele, alucinações.

Deve-se ter muito cuidado ao associar essa erva com antidepressivos, sedaticos, antialérgicos e anfetaminas, pois a substância ativa dessa planta contém enzimas IMAO (inibidoras da mono-amino-oxidase).

Modo de usar: eficiência em 67% dos casos, desde que usado em baixas doses (10 mg).



Iohimbina

Bibliografia:

_Revista brasileira de farmácia, Volumes 28-29 - Federac̦ão das Associac̦ões de Farmácia e Bioquímica do Brasil, 1947. Pg. 29

BATISTUZZO, José Antônio de Oliveira, Masayuki Itaya e Yukiko Eto. Formulario Medico-Farmaceutico, 4a edição, Pharmabooks. Pg. 360.

BASTOS, Maria Helena. Sorria, Voce Esta Na Menopausa, Um Manual de Terapia Natural para a Mulher - 2. Edição, Editora Ground. Pg. 221.

FELIPE, Gil. No Rastro de Afrodite – Plantas Afrodisíacas e Culinária - Atelie Editorial, 2005. Pg. 206.

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