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A IPECACUANHA NA HOMEOPATIA

Cephaelis ipecacuanha

Descrição : Arbusto da famílai das Rubiáceas, tambêm conhecida como ipeca, poaia e raiz do Brasil. De raízes longas e aneladas, com flores brancas. Também conhecida como cagosanga, canela-da-menor, cipó-emético, ipeca, ipê-caá-coene, ipecapoaie, poiaia-cinzenta. contém uma substância chamada emetina, por isso é muito empregada nos remédios para disenterias amiabianas.

Partes Utilizadas : Raiz triturada em pó.

Habitat: Nativa das matas brasileiras, é cultivada na índia e na Malásia.

História: Há diversas espécies de ipeca. A que possui as melhores qualidades terapêuticas é a Cephaelis ipecacuanha. Faz parte da faramacopéia Homeopática. Seu nome é de origem indigena.

Propriedades : É emética, expectorante e amebicida.

Indicações : Emprega-se para esvaziar o estômago em caso de intoxicação, quando não é possível fazer lavagem gástrica.

Principios Ativos : Saponinas, emetina e outros alcalóides; flavonóides, glicosídeos e resinas

Toxicologia : O pó é irritante para a pele. Usar nas doses indicadas.

Modo de usar : 8 gramas do pó das raízes para um copo de água, para produzir vômitos; 5 gramas para um litro de água como expectorante.

Contra-indicações/cuidados: As doses terapeuticas não devem ser ultrapassadas, pois se tornam tóxicas.

Posologia: Adultos: até 10101 de tintura divididos em 2 ou 3 doses diárias, diluídos em água; 19 de erva seca (1 colher de sobremesa para cada xícara de água) em decocto até 3 vezes ao dia. Crianças tomam de 1/6 a 1/3 da dose.

Precauções: O Uso por períodos prolongados pode causar miopatias.

Ipecuanha

Efeitos colaterais: Dermatite de contato e asma do farmacêutico, para aqueles que mantém contato freqüente com a planta.

Superdosagem: Entre 1 e 2g, começam a aparecer os efeitos nauseantes, usados terapeuticamente quando o efeito emético é desejado. O uso acima dessas doses causa erosão da mucosa do trato gastrintestinal, taquicardia, queda da pressão sangüínea e arritmias cardíacas. Também há comprometimento da função respiratória, convulsões, choque e coma; Os procedimentos incluem lavagem gastrintestinal, hidratação, administração de carvão ativado, medicação sintomática para espasmos com diazepan intravenoso, reposição eletrolítica, acompanhamento da função renal e até assistência respiratória, de acordo com a gravidade do caso.

Farmacologia: Os alcalóides constituintes da ipeca têm efeito irritante local sobre a mucosa do trato gastrintestinal e são dessa forma os responsáveis pelo aumento das secreções bronquiais e expectoração. As saponinas atuam como coadjuvantes desse efeito. A droga afeta os nervos sensoriais do estomago - ajuda na secreção em pequenas doses e é emética em dosagem maior. É espasmolítica e expectorante. A emetina a.ge sobre o agente patogênico da disenteria amebiana.

MEDICAMENTOS QUE POSSUEM A IPECUANHA EM SUA FORMULAÇÃO :

Melagrião - Xarope Fitoterápico do Laboratório Catarinense.




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