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JOJOBA PARA O CABELO

Simmondsia chinensis

Planta arbustiva é muito usada em shampoos e cosméticos. O seu óleo é extraído para o tratamento de queda de cabelo e irritações de pele.

Descrição : Planta da família das buxaceas. Arbusto verde, lenhoso e denso com folhas verdes azuladas de textura grossa; As flores masculinas e femininas florescem em plantas separadas, das quais, o número de plantas de cada sexo e aproximadamente igual; A fruta e marrom escura, parecida com uma castanha; A planta pode suportar flutuações extremas de temperatura diariamente. A jojoba prospera em solos agrestes brutos mas bem drenados, e em misturas de cascalhos e argilas; A planta madura produz aproximadamente 3 a 5 quilos de sementes, que variam entre o tamanho de um grão de café e o tamanho de um amendoim. E uma planta forrageira importante para os carneiros selvagens do deserto e veados. Enquanto os pássaros e os roedores comem as sementes, a mesma e toxica aos seres humanos e a maioria de outros animais.

PARTE USADA: fruto, óleo da semente.

Propriedades medicinais: emoliente, umectante, cicatrizante, modulador da oleosidade da pele e do cabelo, queratolítico, tônico capilar.

Indicações: Cosmético; irritações da pele e queda do cabelo.

Uso pediátrico : As mesmas indicações possíveis.

Uso na gestação e na lactação : Deve ser evitada durante a gestação, pois informações sobre a eficácia e segurança do Uso da jojoba durante a gravidez e a lactação não foram encontradas.

Princípios ativos: Mono-esteres: ácidos cis-11 eicosenoico (C-20) e cis-13-docosenoico (C-22, ácido erucico). Álcoois: cis-11-eicosenol, cis-13-docosenol e cis-15-tetracosenol (C-24). Esteróis: campesterol, estigmasterol e sitosterol.

Contraindicações: A jojoba não é considerada segura para consumo humano, como alimento.

Posologia: Porém, os níveis recomendados de óleo de jojoba como ingrediente, em produtos cosméticos são: preparações para o cuidado da pele, 5 a 10°/0, shampoos e condicionadores. 1 a 2%, e sabonetes, 0,5 a 3'%.

Toxicologia: O DL5 da cera bruta de Jojoba é maior que 160 glkg em camundongos. Em testes oculares, foi somente ligeiramente irritante (comparável ao azeite de oliva verde) e sua aplicação produziu menos irritação do que a parafina líquida. A administração tópica da cera refinada às cobaias por 20 semanas não resultou em nenhum efeito sistemático, apenas um inchaço reversível acompanhado de uma redução da flexibilidade da pele e um aumento da sensibilidade à raspagem, nenhuma mudança histológica nos tecidos da pele foi observada. Estes efeitos parecem ser devidos a uma ação oclusiva, criada pela cera.

O grupo JMC Tecnologies, indica que os efeitos da jojoba resultam da absorção percutânea e da incorporação subsequente no tecido cutâneo. Injeção subcutânea de 1 ml/kg, por 7 semanas em animais de teste, não produziu nenhum efeito sistêmico, embora tenha havido alguma acumulação sistêmica. O óleo da jojoba é composto de 14% de ácido erúcico, um fator causal na fibrose miocárdica.

Embora nenhuma relação direta tenha sido estabelecida entre este composto e a toxicidade da jojoba, a jojoba não deve ser ingerida (em) sob nenhuma forma. As bactérias Lactobacillus acidophilus e Lactobacillus bulgaricus proliferam nas sobras da semente de jojoba, metabolizando a sismondina tóxica e outros compostos tóxicos que permanecem no resíduo da semente de jojoba após a remoção do óleo. Os resíduos tratados não são tóxicos aos camundongos, às aves, aos ovinos e ao gado.


Dieta  de 21 dias