MALVA SILVESTRE

Malva sylvestris

Descrição : Planta da famíia das Malváceas, também conhecida como Malva-roxa, malva-silvestre, malvaisco, malva-rosa. Herbácea bianual de folhas lobadas, palmadas, pubescentes, com flores azuis, amarelas ou púrpuras. Pode atingir até 60 cm de altura.

Partes Utilizadas : Folhas e flores.

Plantio : Multiplicação: reproduz-se por sementes ou estacas (mudas); Cultivo: prefere clima ameno, embora suporte temperaturas elevadas. O plantio, é feito na primavera com espaçamento de 60 cm entre as plantas. Exige solos férteis, por isso deve-se adubar com bastante matéria orgânica. A irrigação deve ser semanal, quando não chover. Colheita: colhem-se as folhas a partir do 6o mês, secando-as à sombra.

Propriedades : Emoliente, laxante e expectorante.

Indicações : É indicada para casos de prisão de ventre crônica, afecções respiratórias, das mucosas e da pele. Usada em casos de inflamações, principalmente no combate às afecções do aparelho genital feminino. É empregada em casos de bronquite crônica, constipação intestinal, colites, ansiedade, insônia, coqueluche, afecções das vias aéreas supeiores. Para uso externo é indicada nos casos de contusões e hemorróidas.

Principios Ativos : Malvidol, pectina, taninos, mucilagens e resinas entre outros.

Contra-indicações/cuidados: Não encontrados na literatura consultada. Porém nenhuma planta deve ser consumida em excesso e nenhum tratamento deve ser feito sem orientação médica.

Referência :

A Cura pelas Ervas e Plantas Medicinais Brasileiras - Ricardo Lainetti e Nei R. Seabra de Britto - Editora Ediouro. 1979.

Plantas que Curam - Cheiro de Mato. Sylvio Panizza - IBRASA. 1997.
CIAGRI - Banco de plantas medicinais, aromáticas e condimentares da Universidade do Estado de São Paulo.
Plantamed - Grande cadastro de plantas e ervas medicinais.

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