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MELÃOCucumis melo
Descrição : da família das Cucurbitaceae. Também conhecida como meloeiro, melon (inglês, francês), melón (espanhol), melone (italiano).
É um vegetal rastejante ou trepadeira anual, de crescimento rápido, com caule flexível, herbáceo e muito ramificado, com a presença de gavinhas. As folhas grandes são arrendondadas e com a base cardatas. As flores solitárias são masculinas e femininas, de cor amarelada. Dessas flores se forman os frutos, que, de acordo com a variedade cultivada, se diferenciam pela forma, arrendodada ou avaladas, e pelos desenhos de casca, com gomos nos melões rajados, ou ligeiramente enrugada nas variedades mais comuns. esse frutos são recheados por sementes.
Plantio : Reproduz-se tambêm por sementes, devendo a semeadura ocorrer nas últimas semanas da primavera, em covas onde se enterram 4 a 4 sementes. Após o crescimento, devem ser retiradas as plantas mais fracas, deixando crescer somente as robustas. Pode ser cultivado deixando que se espalhe pelo terreno ou sustentadas em estacas verticais. O solo deve ser, de preferência, fracamente ácido, arenoso ou areno-argiloso, bem drenado e rico em matéria orgânica. Cresce e produz melhor sob temperaturas que variem entre 25C e 30 C, em local bem exposto e ensolarado. Os frutos devem ser colhidos maduros, quando exalam um perfume bem intenso. Habitat : É nativo da Ásia centro-meridional e é cultivado comercialmente em vários estados do Brasil. Um pouco de história : Essa erva já era cultivada no Egito desde 2.000 a.C. e chegou no Brasil, no estado da Bahia, no século XVI. Parte utilizada: frutos. Modo de conservar : O fruto maduro pode ser consumido fresco ou em forma de compota. Posologia : Adultos - In Natura, Ad Libidum; 2 ou 3 fatias da polpa com ou sem mel, antes das principais refeições, como repositor de potássio e remineralizante. A polpa pode ser raspada da casca, para ser usada em máscaras sobre os olhos e o rosto; 1 copo de suco, preferêncialmente centrifugado, 3 a 5 vezes ao dia para as doenças renais, hepáticas, como laxante e auxiliar no emagrecimento; as sementes cruas, mastigadas em jejum seguidas de um laxante para eliminar as tenias. Crianças tomam 1/3 da dose.Origem : Ásia centro-meridional, e foi introduzida no Brasil, atravéz da Bahia, no século XVI. Princípios Ativos: carboidratos, proteínas, sais minerais (fósforo, ferro, cálcio, potássio, sódio), vitaminas A, B1, B2, B5, C. Propriedades medicinais: alcalinizante, antibiótica, antileucêmica, antimutagênica, antioxidante, calmante, diurética, hidratante, refrescante. Indicações: acidose, cálculos biliares, cirrose hepática, colite, convalescença, dietas de emagrecimento, disenteria, falta de apetite, febre, gota, hemorróidas, inflamações das vias urinárias, insuficiência hepática, leucorréia, prisão de ventre, uretrite, reumatismo, tênia. Contra-indicações/cuidados: O açucar presene em seu fruto é de rápida absorvção e de baixas calorias, mais os diabéticos e obesos devem consumir com moderação. Modo de usar: "in natura" puro, sucos, saladas, saladas de frutas. Tratamento de pessoas debilitadas ou convalescentes; anemias; repositor de potássio; laxante suave : em 2 ou 3 fatias da polpa do melão adicione mel. Coma, antes das pricnipais refeiçòes.
Referência : A Cura pelas Ervas e Plantas Medicinais Brasileiras - Ricardo Lainetti e Nei R. Seabra de Britto - Editora Ediouro. 1979.Plantas que Curam - Cheiro de Mato. Sylvio Panizza - IBRASA. 1997. CIAGRI - Banco de plantas medicinais, aromáticas e condimentares da Universidade do Estado de São Paulo. Plantamed - Grande cadastro de plantas e ervas medicinais. |
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