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MIL HOMENSAristolochia triangularis
Descrição : Planta da família das Aristolochiaceae.
Também conhecida como angelicó, aristoláquia, aristoloquia-mil-homens, calungo, capa-homem, capa-homens, cassaiú, cassaú, cipó-jarrinha, cipó-mata-cobras, cipó-milongue, cipó-mil-homens, culhão-de-maroto, jarra, jarrinha, jarro, mil-homens, mil-homens-do-rio-grande, papo-de-galo, papo-de-perú, sapato-de-judeu, ypé-mi, ypê-mirim.
Parte utilizada: raízes, caule. Princípios Ativos: alcalóides: alantoína; lignanos: galbacina, cubebina, hinokinina; diterpenos: kaur; sesquiterpenos: nerolidol, a-ylangeno, a-copaeno e g-elemeno; esteróides: ácidos aristolóquico, aristidínico, cimbífero e aristínico; cimbiferina, aristoloquina, cassaunina, matérias resinosas e taninos. Propriedades medicinais: anestésica, aperiente, antiaracnídica, antiespasmódica, anti-helmíntica, anti-histérica, antiinflamatória, antinevrálgica, antiofídica, antipirética (via oral), anti-reumática, anti-séptica, depurativa do sangue, diurética, emenagoga, estimulante, estimulante dos rins, estomáquica, febrífuga, sedativa, sudorífica, tônica. Indicações: afecções cutâneas, amenorréia, anorexia, atonia uterina, ciática, cistite, cloroses, convulsões histéricas, coração, doenças venéreas, dormências, eczema (erupção da pele), eczema seco, epilepsia, febres de malária, ferida, fígado, flatulência, formigamento (do corpo e braços adormecidos), frieiras, gota, hidropisia, malária, neurastenia, orquite (testículos inflamados), picada de inseto, suspensões de regras. Contra-indicações/cuidados: existem indícios de que o ácido aristolóquico seja carcinogênico em animais e humanos. A planta é abortiva. Modo de usar: - extrato das raízes inibe o crescimento de Staphylococcus aureus: feridas e inflamações da pele; - extrato aquoso do lenho: antiviral contra Herpes simplex; - infuso ou decôcto: 2,5%; 50 a 200ml/dia (internamente); 5% (externamente); - pó: 1 a 5g/dia. - vinho, xarope e elixir, : 20 a 100ml/dia; - extrato alcoólico de pedaços do caule contusos e macerados em álcool: aplicação local em mordida de serpentes; - tintura: 5 a 25ml/dia; - compressas: ferver uma colher de chá do caule em um litro de água por 15 minutos. Coar, deixar esfriar e aplicar sobre a região afetada: feridas e eczemas (erupções da pele), reumatismo. Referência : A Cura pelas Ervas e Plantas Medicinais Brasileiras - Ricardo Lainetti e Nei R. Seabra de Britto - Editora Ediouro. 1979.Plantas que Curam - Cheiro de Mato. Sylvio Panizza - IBRASA. 1997. CIAGRI - Banco de plantas medicinais, aromáticas e condimentares da Universidade do Estado de São Paulo. Plantamed - Grande cadastro de plantas e ervas medicinais. |
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