MURTA DO MATO

Coutarea hexandra

Descrição : Da família das Rubiácea. também conhecida como quina, quina-branca, quina-de-dom-diogo, quina-de-pernambuco, quina-do-pará, quina-do-piauí, quina-quina, quineira. Árvore baixa de tronco tortuoso e copa globosa, com inflorescência rósea em panícula e sendo seu fruto cápsula deiscente com sementes aladas membranosas, é planta bastante ornamental, sendo usada em paisageismo.

Origem : Nativa do Brasil, de partes úmidas da Amazônia e Mata Atlântica, ocorre am várzeas aluviais da floresta pluvial e da latifoliada semidecídua, em várias regiões do país.

Distribuição: Amazônia até Rio Grande do Sul; em floresta pluvial, frequentemente em várzea e beira de rios.

Indicações : E usada em contra febre intermitente, malária, paludismo, feridas e inflamações. A casca inferior age contra cálculos biliares e as cólicas deles decorrentes.

Propriedades : Estudos farmacológicos atestam parte desses usos etnobotânicos. Substitui a quina verdadeira. A casca é tônica e amarga

Contra-indicações/cuidados: Não encontrados na literatura consultada. Porém nenhuma planta deve ser consumida em excesso e nenhum tratamento deve ser feito sem orientação médica.

Referência :

Efeito antinociceptivo e antiinflamatório do extrato aquoso da entrecasca de Coutarea hexandra Schum. (Rubiaceae).
Lorenzi, H. Árvores brasileiras vol. 2, Instituto Plantarum
Lorenzi, H. e Abreu Matos, FJ. Plantas medicinais no Brasil, Instituto Plantarum
Base de Dados Colaborativa Sobre Árvores Ornamentais.
Plantas de interesse econômico e ecológico.


Macias, L. 2007. Rubiaceae In: T.S.A. Melhem; M.G.L. Wanderley; S.E. Martins; S.L. Jung-Mendaçolli; G.J. Shepherd & M. Kirizawa (eds). Flora Fanerogâmica do Estado de São Paulo. Vol. 5. São Paulo: Fapesp.

Abeto

Galeria

 


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