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PINHÃO DE PURGA

Jatropha gossypiifolia

Descrição : Plantas da família das Euphorbiaceae, também conhecida como pinhão do paraguai, pinhão de barbados. Mede até 4m de altura. Tronco verde claro com escamas, liso e lustroso. Folhas alternas, pecioladas, cordiformes, recortadas; Flores em cachos. O fruto é cápsula trilocular. Sementes de cor cinzenta por fora e branca por dentro, ovais, com uma crista na ponta; Muito comum nos arredores da capital federal, existem vários exemplares no Jardim Botânico do Rio de Janeiro.

Habitat: Nativo das Américas Central e Meridional, da Índia e da África Ocidental.

História: Faz parte da farmacopeia homeopática. Remédio popular e útil para as populações que vivem longe das cidades.

Partes utilizadas: látex e sementes.

Indicações e utilização: Hemorragias; Diarreias; Feridas; Purgativo.

Uso pediátrico: Em hemorragias externas. Em homeopatia: útil contra as diarreias, especialmente das crianças.

Uso na gestação e na amamentação: Uso externo, se necessário, em ferimentos e cortes.

Posologia: Adultos: 10 a 20ml de tintura divididos em 2 ou 3 doses diárias, diluídos em água 2 g de erva seca (1 colher de sopa para cada xícara de água) de raízes em decocto até 3 vezes ao dia, com intervalos menores que 12hs.

Princípios ativos: Óleo (amêndoas): secante e tóxico; Ácidos graxos: palmítico, esteárico, oleico, linólicoe mirístico.

Farmacologia: Este arbusto produz um visgo que é muito usado pelos caboclos para curar as feridas. É um hemostático excelente. Não é cáustico e não ocasiona dores. Coagula simplesmente o sangue e reveste a superfície sangrenta de uma camada tenaz. Nas amêndoas reside a virtude purgativa, a qual se manifesta já na dose de 1 a 3 amêndoas; Outros usos: lubrificantes, vernizes, iluminação, saboaria.

Toxicologia: Sem toxidade nas doses e usos recomendados.

Resumo Clínico: Usos etnofarmacológicos: hemostático, anti-diarréico, purgante, resolutivo, purgativo


Dieta  de 21 dias