QUILAIA

Quillaja saponaria.

Descrição : Planta da família das Rosaceae. Também conhecida como panamá-quilaia, timboúva. Pequeno arbusto, que cresce em lugares altos, possui flores verdes ou brancas.

Parte utilizada: flores, casca do caule.

Origem : Chile.

Princípios Ativos: ácido ascórbico (vitamina C), ácido quiláico, amido, oxalato de cálcio, quilaína, sacarose, tanino.

Propriedades medicinais: adstringente, anti-seborréica, antiinflamatória, antimicrobiana, cicatrizante, emulsificante, expectorante, tensoativa, tônica capilar.

Indicações: afecções da pele, asma, bronquite, estimulante da mucosa gástrica, expectorante, feridas, infecção vaginal, leucorréia, psoríase, reumatismo crônico.

Contra-indicações/cuidados: deve ser evitado o uso interno por gestantes e nutrizes. O uso deve ser feito apenas sob supervisão médica.
As saponinas presentes na casca da quilaia, se ingeridas, podem causar irritação da mucosa, gastroenterite, dores estomacais, dor de cabeça, vertigem, vômito, febre, diarréia, fraqueza muscular progressiva e até levar à morte.


Modo de usar:
Uso interno: males respiratórios, como asma e bronquite, e males estomacais, como estimulante da mucosa gástrica.
Uso externo:
- infusão para banho: infecção vaginal e leucorréia.
- infusão das flores para banhos: reumatismos crônicos.
- cascas maceradas: afecções da pele, feridas e psoríase.

Referência :

A Cura pelas Ervas e Plantas Medicinais Brasileiras - Ricardo Lainetti e Nei R. Seabra de Britto - Editora Ediouro. 1979.
Plantas que Curam - Cheiro de Mato. Sylvio Panizza - IBRASA. 1997.
CIAGRI - Banco de plantas medicinais, aromáticas e condimentares da Universidade do Estado de São Paulo.
Plantamed - Grande cadastro de plantas e ervas medicinais.

Quilaia

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