Relação das obras consultadas na construção desse site. Guia com algumas doenças e suas ervas respectivas para tratamento. Receitas de chás terapêuticos. Receitas de remédios naturais  produzidos com ervas. mande-nos um e-mail Compre o nosso e-book exclussivo

BENEFÍCIOS DA TAIOBA

Colocasia antiquorum

Descrição : Planta da família das Arasceas, de folhas cordiforme e comestíveis, apresenta folhas grandes, peltadas, cordiformes, de cores que variam do verde ao roxo escuro, quase preto, de acordo com a cultivar. Ele é uma planta acaule, estolonífera e rizomatosa, com rizoma tuberoso que forma cormos espessos e de casca escamosa, fibrosa e de cor castanha, também conhecida como Taro, taioba-de-são-tomé, inhame coco, coco, inhame preto, inhame-branco, taioba, orelha-de-elefante, inhame selvagem.

Partes usadas: Folhas, flores, talos e rizomas, sempre cozidos para uso interno ou ralados crus para emplastros no edema reumático.

Origem: Ásia Tropical.

Plantio: Deve ser cultivado sob sol pleno ou meia sombra, em solo leve e fértil, enriquecido com matéria orgânica, mantido úmido. Por estes motivos é uma excelente planta palustre no paisagismo de lagos e riachos. Planta essencialmente tropical, o taro não tolera o frio, mas pode ser utilizada protegida, na decoração de ambientes internos bem iluminados e em estufas. Multiplica-se por divisão das touceiras ou rizomas.

Propriedades : Depurativa, emoliente e cicatrizante.

Indicações : remove cicatrização de úlceras. Sua raiz é, conforme alguns autores e pesquisadores, serve para atenuar casos de lepra.

Princípios Ativos : Todas as partes da planta contém ráfides de oxalato de cálcio.

Taioba

Contraindicações/cuidados: a ingestão e o contato podem causar sensação de queimação, edema (inchaço) de lábios, boca e língua, náuseas, vômitos, diarreia, salivação abundante, dificuldade de engolir e asfixia; o contato com os olhos pode provocar irritação e lesão da córnea.

Efeitos colaterais: Tóxico se consumido cru, devido a ráfides de oxalato de cálcio contidas em seus órgãos. Pelo mesmo motivo, não é recomendado o consumo pessoas com gota, artrite ou cálculo renal.

Tratamento: Evitar lavagem gástrica ou êmese.

Tratamento sintomático: Demulcentes (leite, clara de ovo, azeite de oliva,  bochechos com hidróxido de alumínio), Analgésicos e antiespasmódicos. Anti-histamínicos. Corticóides em casos graves.

Contato ocular: Lavagem demorada com água corrente, colírios antissépticos. Oftalmologista.