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TIRIRICA-DO-BREJOCyperus rotundus L.
Descrição : Planta da família das Cyperaceae.
Também conhecida como junça, hamassuguê, capim-dandá, cebolinha, erva-côco, junça-aromática, tiririca-comum. Produz pequenos tubérculos de alto poder regenerativo ricos em fitormônios, sendo usado inclusive na produção de mudas de outras plantas por estaqueamento. É uma erva daninha de difícil controle no campo, quer seja por controle mecânico ou mesmo por herbicidas.
É uma planta herbácea com porte entre 15-50 cm nas condições brasileiras. Pelo intenso desenvolvimento de cadeias de pseudo-tubérculos no solo formam-se clones de considerável tamanho. Dos bulbos basais e tubérculos de tiririca formam-se extensos sistemas de rizomas que se desenvolvem horizontalmente e verticalmente que podem se aprofundar até 40 cm.
Parte utilizada: Rizomas (sem as raízes filamentosas). Origem : Índia. Princípios Ativos: cetonas sesquiterpênicas, ciperona, triterpenóides, esteróis, amido, óleo essencial, cipereno, ciperol, a-ciperone, cineol, L-a-pineno. Propriedades medicinais: balsâmica, diaforética, estimulante, adstringente, vermífuga, antiblenorrágica, antiinflamatória, fortificante, antidiarréica, emenagoga, antidispéptica, anti-sifilítica, afrodisíaca, infecções urinária, inflamação. Indicações: infecção urinária, inflamação, dores abdominais, dismenorréia, gastralgia, dispepsia, náusea, vômitos. Contra-indicações/cuidados: não encontrados na literatura consultada. Porém nenhuma planta deve ser consumida em excesso e nenhum tratamento deve ser feito sem orientação médica. Modo de usar: 8 a 12g/dia, na forma de decocção, em tintura, pó ou em pílulas. Plantas que Curam - Cheiro de Mato. Sylvio Panizza - IBRASA. 1997. CIAGRI - Banco de plantas medicinais, aromáticas e condimentares da Universidade do Estado de São Paulo. |
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