|
|
|---|
TUIAThuja occidentalis
Descrição : Da família das Cupressaceae.
Também conhecida como árvore-da-vida, cedrinho, ciprestes, tuia-americana. Chinese thuja (inglês), tuya (espanhol), thuya d'Orient (francês), tuja (italiano). Planta frindisa, de ramos folhosos mai ou menos horizontais e com copa no formato de pirâmide Seu crescimento 'elonto e pode atingir até 20 metros de altura. As folhas, tipicamente escamadas, são sempre verdes ou raiadas de amarelo, possuindo uma glândula saliente. Produz cones masculinos e femininos no mesmo pé, de foramto levemente globoso, que se abrem quando maduros, apresentando várias sementes. É extremamente rústica, não requerendo cuidados especiais, adaptando-se a diferentes tipos de solo, zonas de invernos rigorosos e prolongados. O plantio é feito por sementes. A coleita deve ser feita no final do inverno ou do outono. O seu aroma é canforáceo.
Parte utilizada: ramos. Origem : América do Norte, no Canadá e estados Unidos (Virgínia). Adaptou-se bem em locais de maior altitude, das regiões sudeste e sul do Brasil. Modo de conservar : Os ramos novos, os cones e as cascas dos ramos devem ser secos ao sol, em local ventilado e sem umidade. Armazenar em sacos de papel ou de pano, em separado. Princípios Ativos: alfa-pineno, borneol, fenchona, flavanóides (glicosídeos de kenferol e quercetol), óleo essencial (com 60% de tuyona), taninos. Propriedades medicinais: adstringente, anti-helmíntica, anti-hemorroidal, anti-reumática, antiasmática, antiverrugosa, emenagoga, expectorante. Indicações: - externamente: hemorróidas, verrugas; - internamente: transtornos menstruais, catarros bronquiais, enfisema, asma, vermes intestinais; - na homeopatia: doenças de pele, como psoríase, reumatismo, hiperplasia benigna da prosta. Contra-indicações/cuidados: gestação. A tuyona é um neurotóxico potente. Efeitos colaterais: em doses elevadas pode causar: aborto, vômito, diarréia, hemorragias, crises epileptiformes e tetaniformes, transtornos psíquicos e sensoriaies, hipotensão. Modo de Usar : Afecções febris, fripes e resfriados; tosses; ruquidão : em 1 xícara de chá, coloque 1 colher de chá de ramos novos, bem picados e adicione água fervente. Abafe por 10 minutos e coe. Ainda morno, tome 1 xícara de chá, de 1 a 3 vezes ao dia. Diurético, diminui a causticidade da urina; estimulante da elasticidade da bexiga; prostatite; cistites : coloque 1 colher de chá de ramos novos bem picados em 1 xícara de chá de água em fervura. Deixe ferver por 5 minutos, coe e espere esfriar. Tome 1 xícara de chá, de 1 a 2 vezes ao dia, sendo uma de manhã e outra até às 17:00 horas. Verrugas; calos; olho-de-peixe : coloque 2 colheres de sopa de ramos novos bem picados em 1 xícara de chá de ácool a 70%. Deixe em maceração por 8 dias. Coe, adicione 1 colher de chá d eglicerina e misture. Deixe amolecer bem o local afetado com água quente, enxigue e esfregue com uma toalha seca. Em seguida, aplique no local afetado. Hemerróidas; fissura anal : coloque 3 cones ou 2 colheres de sopa de casca do caule e 1 colher de sopa de folhas fatiadas da carrapateira em 1/2 litros de água em fervura desligue o fogo, espere amornar e coe. Faça banho de assento, ainda morno, massageando suavemente a porção anal. Referência : A Cura pelas Ervas e Plantas Medicinais Brasileiras - Ricardo Lainetti e Nei R. Seabra de Britto - Editora Ediouro. 1979.Plantas que Curam - Cheiro de Mato. Sylvio Panizza - IBRASA. 1997. CIAGRI - Banco de plantas medicinais, aromáticas e condimentares da Universidade do Estado de São Paulo. |
|
||
|
|