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VINCA- MENOR

Vinca minor

Descrição : Planta da família das Apocynaceae, também conhecida como mandrake, pervinca, vincapervinca. Subarbusto perene, até 60cm de altura, ramos não florescentes prostrados, ramos florescentes eretos, folhas ovadas, pecioladas, margens ciliadas que se tornam glabras com o tempo. Flores lilases pediculadas, tubulares, com 5 pétalas irregulares, que surgem na axila das folhas superiores o fruto é um folículo com 2 ou 3 sementes.

Habitat: É nativa da Europa, da Espanha ao Cáucaso. É encontrada em vários países do mundo.

História: Largamente utilizada em todo o mundo e na Farmacopeia Homeopática.

Parte utilizada: Toda a planta.

Origem : Cosmopolita Tropical.

Princípios Ativos: alcaloides (vimblastina, vincristina e vindesina).

Propriedades medicinais: Adstringente, analgésica, probiótica, bactericida, vermifuga, amebicida, diotonica, digestiva, laxativa, estomáquica, agoga, febrífuga, hipotensiva, colagoga.

Princípios ativos: alcaloides indólicos: vincamina, vincina, apovincamina, vincadiformina; flavonoides: kempferol-3-0-ramnosíde-70-galactosídeo, kempferol-3-0 ramogluco-sídeo-2-O-glucosídeo, quercetina-3-O-ramnogluco-sídeo-7-O-glicosídeo; Saponinas; taninos .

Indicações: Adstringente interne e externo; Fluxo menstrual excessivo: menorragias (durante o período menstrual) metrorragias (sangramento entre as menstruações); Afecções urinárias: hematuria, Afecções gastrintestinais: otites, diarreia; Epistaxe, sangramento das gengivas, úlceras da boca e amigdalites; Abscessos,eczemas; Antidiabético de efeito discutível.

Farmacologia: A vincamina é hipotensiva, negativamente cronotrópica, antiespasmódica, hipoglicemiante e simpatolítica. Pode ser usada como um amaróide; A planta é usada internamente para distúrbios circulatórios, melhora da circulação cerebral e metabolismo do cérebro hipertensão, distúrbios da digestão, queixas urinárias.

Toxicologia: Sem toxidade nas doses recomendadas. Não há relatos de casos de morte por envenenamento.

Uso na gestação e na amamentação: Não há informações da sua farmacocinética ou sobre seu uso nestas condições, onde se recomenda que não seja utilizada.

Vinca

Posologia: 3 a 6ml de tintura divididos em 2 ou 3 doses diárias, diluídos em água; 2g de erva seca {1 colher de sobremesa para cada xícara de água) em decocto até 3 vezes ao dia, com intervalos menores que 12hs para uso interno em todas as indicações; Nos casos de diarreia, o chá deve ser tomado após s refeições; O dobro da dose da infusão pode ser usado como colutório e gargarejo; Vinhos medicinais podem ser feitos com a planta seca, que deverá ser tomado, 1 colher de sobremesa, antes das principais refeições.

Precauções: Planta segura, no uso e doses terapêuticas indicadas.

Efeitos colaterais: Distúrbios gastrintestinais, hipotensão severa, rash cutâneo.

Superdosagem: Queda brusca da pressão arterial; Caso ocorra, deverá ser feito o esvaziamento gastrintestinal, administração de carvão ativado e profilaxia de choque; Não há relatos de envenenamento; O FDA considera a Vinca menor não segura para consumo humano; Entretanto, a Turquia, Europa e Eurásia utilizam-na e também a Homeopatia; Sendo a Vinca rosa e a Vinca menor, da mesma família botânica Apocynaceae, há convergência de descrições botânicas e de princípios ativos. Onde muitas vezes, o autor descreve uma planta ou seus princípios ativos, referindo-se a outra.


Dieta  de 21 dias